E aí, batera!

Pronto para mais um conteúdo sobre rock e tambor? O papo hoje está legal demais!

O Oficina G3, banda brasileira de rock, na ativa desde 1987, dispensa apresentações.

O grupo é nacional e internacionalmente conhecido, já ganhou troféus, Grammy e passou por vários subgêneros do rock e formações.

Em 30 anos de banda, 5 bateristas já assumiram as baquetas do G3. E é sobre estes 5 caras que iremos falar aqui.

Nas próximas linhas você vai saber um pouco sobre cada um dos bateristas que fizeram história na maior banda de rock gospel do Brasil.

Vai conhecer o estilo, as influências e destaques nas carreiras, entre outras coisas.

Confira a leitura e não se esqueça de deixar um comentário indicando qual baterista do Oficina G3 mais fez ou faz sua cabeça!

#1 – Walter Lopes – Raiz

Walter Lopes é um cantor, compositor e produtor musical, mas ficou nacionalmente conhecido como primeiro baterista do Oficina G3.

Walter é um dos fundadores e fez parte do grupo até o início até 2002, época do sétimo álbum do conjunto.

Saiu para fazer carreira solo e atualmente toca nas bandas “Vox 5” e “Judas, o Outro”.

Walter Lopes foi uma das primeiras referências musicais que eu tive. No início da minha trajetória como baterista, época do CD O Tempo, ouvir os grooves, viradas e solos do Waltão foi determinante para meu crescimento como músico.

E uma tendência natural comparar o estilo do Waltão com o dos outros bateristas que fizeram parte do G3, mas eu particularmente, acho isso besteira.

Walter Lopes é único e deve ser respeitado como um disruptor, que ajudou a difundir o rock cristão numa época em que ter guitarra e bateria era considerada coisa do demônio. 🙂

#2 – Johnny Mazza – A cara do irmão

Johnny Mazza foi contratado pelo Oficina G3 após a saída do Walter e ficou alguns anos acompanhando a banda até ser substituído pelo Lufe.

Ele, que é irmão do vocalista PG, ficou na banda até 2003, dando um azar danado de ficar doente na época da gravação do CD Humanos, não podendo participar do trabalho.

Algum tempo depois, o cantor PG, já fora do Oficina G3, iniciou a carreira solo e contou com Johnny nas baquetas.

Entre 2009 e 2010, Johnny Mazza também manteve um trabalho solo e atualmente compõe as bandas “Anjus VS” e “Rockerage”.

O estilo de Johnny é “pancada”, básico, e sua pegada me lembra a bateristas californianos dos anos 1990, como Dave Grohl e Taylor Hawkins.

Seu estilo também carrega influências do Hard Rock tradicional dos anos 1970/1980. A performance de Johnny pode ser conferida em seu DVD Work In Show.

#3 – Lufe – O Portnoy brasileiro

Luís Fernando, conhecido no meio musical como Lufe, é o terceiro baterista do Oficina G3, substituindo Johnny em 2002.

Ficou com a banda por quatro anos e gravou dois álbuns que se tornaram clássicos: “Humanos” e “Além do Que Os Olhos Podem Ver”.

Após sair da banda, Lufe lançou “Drummed on Classics”, seu primeiro trabalho solo. Na obra, o uniu elementos do rock com a música erudita.

O trabalho, distribuído em DVD foi gravado ao vivo e teve a participação de Duca Tambasco e Téo Dornellas.

Lufe é um dos bateristas de rock mais criativos que eu já vi tocar. É notória a influência de bateristas de rock progressivo como Mike Portnoy em seu estilo de tocar.

Se você duvida de sua genialidade, procure prestar a atenção nas baterias de músicas como “Amanhã” e “Mais Alto”, do álbum “Além do que os olhos podem ver”.

Lufe está entre os bateristas que mais me influenciaram nos anos 2000, em sem dúvidas, é o baterista do Oficina G3 que eu mais gosto!

#4 – Alexandre Aposan – Alien

Alexandre Aposan é o quarto baterista que o Oficina G3 teve. Diferente de Johnny e Lufe, Aposan chegou a ser um membro efetivo da banda por alguns anos até que decidiu sair por questões de incompatibilidade com a gravadora.

Aposan ficou na banda dos anos de 2006 a 2014, após ter gravado “Elektracustica”, “Depois da Guerra”, “DDG Experience” (DVD) e “Histórias e Bicicletas”.

Em sua bagagem musical, Aposan traz experiência de tocar também para outros gêneros como a dupla sertaneja João Mineiro & Marciano, com o artista de disco music Billy Paul, com a banda de funk/soul Black Rio e com os pagodeiros do grupo Os Travessos.

Aposan é um dos bateristas mais completos e requisitados da música gospel. Seu estilo e técnica são inconfundíveis o fizeram se tornar popular no meio musical.

Seus trabalhos solo “Ao Som dos Tambores” e “Entre Irmãos” contribuíram para isso.

#5 – Maick Souza – Sangue novo

Maick Souza é quinto — e atual — baterista do Oficina G3.

O que eu acho bastante curioso, é que Maick foi possivelmente conhecido pelos membros do Oficina fazendo covers da banda no YouTube.

Acredito que isso tenha sido decisivo para que ele fosse chamado para um teste.

O que se sabe é que o baterista teve pouco tempo para tirar o repertório da banda.

Na página oficial no Facebook da banda foi feita uma publicação sobre um show em Vargem Grande do Sul/SP, onde ele fez a sua primeira apresentação vom a banda.

Além dos projetos pessoais, Maik já tocou com músicos nacionais e internacionais, como a banda inglesa “Double You”.

Sua performance pode ser conferida nos novos singles da banda: “João”, “Tudo é Vaidade” e “Retrato”.

E aí, qual baterista do Oficina G3 mais fez sua cabeça? Deixe um comentário com sua opinião!

Abraços!

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